quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Telha


Telha é um elemento construção civil usado na cobertura de casas e outras edificações. A telha é tipicamente feita em cerâmica, mas pode ser produzida em uma grande variedade materiais, como pedra, cimento, amianto, metal, vidro, plástico, madeira, dentre outros.

Como regra, são usados conjuntos de telhas, que integrando-se umas às outras formarão o telhado. Uma boa telha oferece encaixes precisos, evitando a infiltração de água ou vento, resistência a intempéries, e desempenho condizente com o previsto no material empregado.

A decisão do tipo e material adequados da telha usada depende de fatores como incidência de chuvas ou neve, temperaturas médias da região, tipologia da construção, vãos e, naturalmente, disponibilidade de materiais, mão-de-obra no local e o modo em que o material será utilizado.

Televisão




Televisão (do grego tele - distante e do latim visione - visão) é um sistema eletrônico de recepção de imagens e som de forma instantânea. Funciona a partir da análise e conversão da luz e do som em ondas eletromagnéticas e de sua reconversão em um aparelho - o televisor - que recebe também o mesmo nome do sistema ou pode ainda ser chamado de aparelho de televisão . O televisor ou aparelho de televisão capta as ondas eletromagnéticas e através de seus componentes internos as converte novamente em imagem e som.


[editar] História
Um modelo de televisão de 1958

Em 1923 Vladimir Zworykin regista a patente do tubo iconoscópico para camaras de televisão, o que tornou possivel a televisão electrónica. O primeiro sistema semi-mecânico de televisão analógica foi demonstrado em Fevereiro de 1924 em Londres, e, posteriormente, imagens em movimento em 30 de outubro de 1925. Um sistema eletrônico completo foi demonstrado por John Logie Baird, Philo Farnsworth e Philo Taylor Farnsworth em 1927. O primeiro serviço analógico foi a WGY em Schenectady, Nova Iorque, inaugurado em 11 de maio de 1928.

Os primeiros aparelhos de televisão eram rádios com um dispositivo que consistia num tubo de néon com um disco giratório mecânico (disco de Nipkow) que produzia uma imagem vermelha do tamanho de um selo postal. O primeiro serviço de alta definição apareceu na Alemanha em março de 1935, mas estava disponível apenas em 22 salas públicas. Uma das primeiras grandes transmissões de televisão foi a dos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936. O uso da televisão aumentou enormemente depois da Segunda Guerra Mundial devido aos avanços tecnológicos surgidos com as necessidades da guerra e à renda adicional disponível (televisores na década de 1930 custavam o equivalente a 7000 dólares atuais (2001) e havia pouca programação disponível).
Televisão dos anos 50.

A televisão em cores surgiu em 1954, na rede norte-americana NBC. Um ano antes o governo dos Estados Unidos da América aprovou o sistema de transmissão em cores proposto pela rede CBS, mas quando a RCA apresentou um novo sistema que não exigia alterações nos aparelhos antigos em preto e branco, a CBS abandonou sua proposta em favor da nova.

Em 1960 a japonesa SONY introduz no mercado os receptores de televisão con transistores. O satélite Telstar transmite sinais de televisão através do Oceano Atlantico em 1962. A miniaturização chegou em 1979 quando a Matsushita registou a patente da televisão de bolso con ecrã plano.

No Brasil, a primeira transmissão de televisão deu-se por conta do leopoldinense Olavo Bastos Freire, que construiu os equipamentos necessários e transmitiu uma partida de futebol em 28 de setembro de 1948, na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais.
[editar] Tipos de televisores

A televisão em sua forma original e até hoje mais popular, envolve a transmissão de som e imagens em movimento por ondas de radiofrequência (RF), que são captadas por um receptor (o televisor). Neste sentido, é uma extensão do rádio.

Tendo início na década de 1920, a televisão moderna se divide em três tendências distintas:

* Aparelhos de televisões omente.
* Sistemas integrados com aparelhos de DVD e/ou vídeo-game montados no próprio televisor (geralmente modelos menores com telas até 17 polegadas, pois a idéia é ter um sistema portátil completo);
* Sistemas independentes com tela grande (monitor de vídeo, rádio, sistema de som) para o usuário montar as peças como um home theater. Este sistema interessa aos videófilos e cinéfilos que preferem componentes que podem ser trocados separadamente.

Há vários tipos de monitores ou ecrãs de vídeo usados em equipamentos de televisão modernos. O mais comum são os CRTs para até 40 polegadas diagonais. A maior parte das televisões de tela grande ou ecrã grande (até mais de 100 polegadas) usa tecnologia de projeção. Três tipos de sistemas de projeção são usados em televisão : Tubos de raios catódicos (CRT), LCD (cristal líquido) e circuitos integrados (chips ) de imagem refletida. Avanços recentes trouxeram telas planas ou ecrãs planos aos televisores que usam tecnologia de cristal líquido LCD de matriz ativa ou displays de plasma. Televisores de tela ou ecrã grande e plano têm apenas 4 polegadas de espessura e podem ser pendurados na parede como um quadro. Os televisores de LCD e Plasma de hoje possuem em média 7,5 cm de expessura e telas que variam de 3,5 a 65 polegadas. Em 2008 foi lançada a DTV Portátil, com tela de 3,5 polegadas e sintonizador de TV Digital. Muitas marcas atualmente já implantaram decodificador digital nas TVs e utilizam de resoluções Full HD.
Modelo TV ECCO da Lumines.

Novas tecnologias estão aparecendo, algumas delas são:

* LED TV, da Samsung - Televisores com 3 cm de espessura e ecologicamente corretas.
* USB In, da Philips - Televisores com entrada USB para filmes, músicas e fotos sem precisar de DVD Player.
* DTV BuiltIn, da LG - Conversor digital integrado na TV.
* Scarlet Series, da LG (Black piano e Vermelho em diversas combinações)
* Pixel Plus, da Philips (Aumenta o número de pixels na tela.)
* Touch of Color, da Samsung (Bordas coloridas para envolver.)
* Ambilight, da Philips (Lâmpadas atrás da televisão que aumenta o campo de visão da tela.)
* Invisible Screen, da Lumines (TV em que a tela só aparece depois de ligada.)
* Design Collection, da Philips (Acabamento em acrílico nas bordas.)
* Touch Interface, da Lumines (TV com todas as partes sensíveis ao toque.)
* Bravia Engine, da SONY (Imagens mais realistas, pricipalmente em movimento.)
* Full HD 1080p (1920 x 1080 linhas progressivas), a mais alta resolução disponível em TVs, (Normalmente LCD ou plasma.)
* Entradas HDMI e DVI (Para conexão de equipamentos de vídeo de alta definição.)

[editar] Teledifusão

Há vários tipos de sistemas de teledifusão:

* Televisão terrestre
o NTSC, PAL, PAL-M, PAL2, SECAM usando sinal analógico
o DVB, ATSC, ISDB usando sinal digital
* Sistemas de transmissão do som
* NICAM, MTS
* Via satélite usando sinal digital ou sinal analógico.
* TV a cabo
o Há tanto o sistema analógico quanto o digital.
* Novas tecnologias: Televisão digital (DTV) -- Televisão de Alta Definição (HDTV) -- Pay-per-view -- Web TV -- programação sob encomenda.

A programação é a transmissão nas estações de televisão (por vezes chamada de canais) que são frequentemente dirigidos a uma determinada audiência. Há muitas notícias, desporto (esportes), estações de filmes e estações tais como as cadeias da MTV, da CNN e da BBC que são vistas por diversos países.

Nos Estados Unidos da América, as redes de televisão produzem programas primetime (horário nobre) para suas emissoras próprias ou afiliadas veicularem entre 19:00 e 23:00. Fora do horário nobre, a maior parte das emissoras têm sua programação de produção própria.

Supino

Supino é uma comuna italiana da região do Lácio, província de Frosinone, com cerca de 4.783 habitantes. Estende-se por uma área de 35 km2, tendo uma densidade populacional de 137 hab/km2. Faz fronteira com Carpineto Romano (RM), Ferentino, Frosinone, Giuliano di Roma, Gorga (RM), Maenza (LT), Morolo, Patrica.

Som




O som é a propagação de uma frente de compressão mecânica ou onda mecânica; esta onda se propaga de forma circuncêntrica, apenas em meios materiais - que têm massa e elasticidade, como os sólidos, líquidos ou gasosos [1].

Os sons naturais são, na sua maior parte, combinações de sinais, mas um som puro monotónico, representado por uma senóide pura, possui uma velocidade de oscilação ou frequência que se mede em hertz (Hz) e uma amplitude ou energia que se mede em décibeis. Os sons audíveis pelo ouvido humano têm uma freqüência entre 20 Hz e 20 kHz. Acima e abaixo desta faixa estão ultra-som e infra-som, respectivamente.[2]

Seres humanos e vários animais percebem sons com o sentido da audição, com seus dois ouvidos, o que permite saber a distância e posição da fonte sonora: a chamada audição estereofônica. Muitos sons de baixa freqüência também podem ser sentidos por outras partes do corpo e pesquisas revelam que elefantes se comunicam através de infra-sons.

Os sons são usados de várias maneiras, muito especialmente para comunicação através da fala ou, por exemplo, música. A percepção do som também pode ser usada para adquirir informações sobre o ambiente em propriedades como características espaciais (forma, topografia) e presença de outros animais ou objetos. Por exemplo, morcegos, baleias e golfinhos usam a ecolocalização para voar e nadar por entre obstáculos e caçar suas presas. Navios e submarinos usam o sonar; seres humanos recebem e usam informações espaciais percebidas em sons.
Esquema representando a audição humana. (Azul: ondas sonoras; Vermelho: tímpano; Amarelo: cóclea; Verde: Células receptoras de som; Púrpura: espectro de frequências da resposta da audição; Laranja: Potencial de ação do nervo.
Índice


[editar] Percepção dos Sons
Orelha humana

Para os humanos, a audição é normalmente limitada por frequências entre 20 Hz e 20,000 Hz (20 kHz), embora estes limites não sejam absolutos. O limite maior normalmente decresce com a idade. Outras espécies têm diferentes níveis de audição. Por exemplo, os cães conseguem perceber vibrações mais altas que 20 kHz. Como um sinal percebido por um dos sentidos, o som é usado por muitas espécies para detectar o perigo, orientação, caça e comunicação. A atmosfera da Terra, a água e virtualmente todos os fenómenos físicos, como o fogo, a chuva, o vento, as ondas ou os terramotos produzem sons únicos. Muitas espécies, como os sapos, os pássaros, mamíferos terrestres e aquáticos foram, também, desenvolvendo órgãos especiais para produzir som. Em algumas espécies, estes evoluíram para produzir o canto e a fala.
[editar] O som em fluidos

O som pode ser descrito através de ondas sonoras, que são ondas de deslocamento, densidade e pressão que se propagam pelos fluidos. Isso quer dizer que, após a passagem de uma onda sonora por um pedaço do fluido, cada uma de suas partículas retornará à sua posição original, da mesma maneira que a pressão e a densidade retornarão aos seus valores originais naquele pedaço. Mesmo que os deslocamentos de um certo pedaço do fluido sejam muito pequenos, há a propagação, a longa distância, de um *impulso*, que transporta inclusive energia. Isso caracteriza uma onda.

Para encontrar a equação de ondas sonoras, é necessário pensar em uma idealização. O que difere o som de um movimento qualquer do fluido é que os movimentos que ocorrem ali são muito pequenos, de modo que as velocidades e variações de pressão e densidade associadas a ele são muito pequenas. Fazendo essas considerações, surge a equação do som. Ela é uma idealização, mas as ondas sonoras reais a obedecem com excelente aproximação.

Aqui, consideraremos apenas fluidos ideais e isotrópicos. Duas equações importantes na descrição de um fluido ideal são a Equação de Continuidade:

\frac {\partial \rho}{\partial t} + \vec v \cdot \nabla \rho + \rho \nabla \cdot \vec v = 0

e a Equação de Euler:

\frac {\partial \vec v}{\partial t} + (\vec v \cdot \nabla)\vec v = - \frac {1}{\rho} \nabla p

onde ρ = ρ(x,y,z,t) é a densidade definida para ponto do espaço e para cada instante do tempo, \vec v = \vec v (x,y,z,t) é a velocidade ligada à partícula de fluido encontrada no ponto (x,y,z) durante o instante t, e p = p(x,y,z,t) é a pressão, definida da mesma maneira que a densidade.

Para nos restringirmos a efeitos sonoros, consideraremos a pequenez da velocidade e das derivadas da pressão e densidade. A consequência disso é que os termos que dependem duplamente de uma ou duas dessas grandezas poderão ser desprezados, uma vez que diminuições delas provocam uma diminuição muito maior desses termos do que daqueles que dependem apenas de uma grandeza. Assim, podemos identificar dois desses termos nas equações acima:

\vec v \cdot \nabla \rho

e

(\vec v \cdot \nabla)\vec v

De modo que elas ficam

\frac {\partial \rho}{\partial t} + \rho \nabla \cdot \vec v = 0

\frac {\partial \vec v}{\partial t} = - \frac {1}{\rho} \nabla p

Podemos derivar parcialmente ambos os membros da primeira em relação ao tempo. Assim, obtemos

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = - \frac {\partial \rho}{\partial t} \nabla \cdot \vec v - \rho \nabla \cdot \frac {\partial \vec v}{\partial t}

O termo

- \frac {\partial \rho}{\partial t} \nabla \cdot \vec v

Depende duplamente da densidade e da velocidade, então o desprezamos:

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = - \rho \nabla \cdot \frac {\partial \vec v}{\partial t}

Agora, substituimos nesta a equação que veio da equação de Euler:

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = \rho \nabla \cdot \left(\frac {1}{\rho} \nabla p \right)

Agora escreveremos o gradiente da pressão como

\nabla p = \nabla(p - p_0)

Onde definimos o valor de equilíbrio p0 da pressão, que é o seu valor na ausência de movimentos no fluido, ou seja, é o valor em torno do qual a pressão oscilará durante a passagem da onda. Agora, definindo, analogamente, o valor de equilíbrio da densidade ρ0, relacionamos o gradiente da pressão ao gradiente da densidade:

\nabla p = \nabla\left(\frac {p - p_0}{\rho - \rho_0} (\rho - \rho_0) \right)

Já que as variações de pressão e densidade são muito pequenas, isso pode ser escrito com excelente aproximação como

\nabla p = \nabla\left(\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] (\rho - \rho_0) \right)

A relação

\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right]

Pode ser dada pela termodinâmica. Consideraremos um fluido homogêneo e isotrópico, essa relação torna-se igual para qualquer ponto do espaço (além de ser praticamente uma constante em relação ao tempo), de modo que a trataremos como uma constante daqui em diante. Assim,

\nabla p = \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \nabla(\rho - \rho_0)

\nabla p = \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \nabla \rho

Substituindo na equação principal, fica

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \rho \nabla \cdot \left(\frac {1}{\rho} \nabla \rho \right)

O termo

\rho \nabla \cdot \left(\frac {1}{\rho} \nabla \rho \right)

Pode ser escrito como

\rho \frac {\partial}{\partial x} \left(\frac {1}{\rho} \frac {\partial}{\partial x} \rho \right) + \rho \frac {\partial}{\partial y} \left(\frac {1}{\rho} \frac {\partial}{\partial y} \rho \right) + \rho \frac {\partial}{\partial z} \left(\frac {1}{\rho} \frac {\partial}{\partial z} \rho \right) =

\rho \left( -\frac {1}{\rho^2} \left(\frac {\partial\rho}{\partial x}\right)^2 + \frac {1}{\rho} \frac {\partial^2}{\partial x^2} \rho \right) + \rho \left( \left(\frac {\partial\rho}{\partial y}\right)^2 + \frac {1}{\rho} \frac {\partial^2}{\partial y^2} \rho \right) + \rho \left( -\frac {1}{\rho^2} \left(\frac {\partial\rho}{\partial z}\right)^2 + \frac {1}{\rho} \frac {\partial^2}{\partial z^2} \rho \right) =

-\frac {1}{\rho} \left(\frac {\partial\rho}{\partial x}\right)^2 + \frac {\partial^2}{\partial x^2} \rho -\frac {1}{\rho} \left(\frac {\partial\rho}{\partial y}\right)^2 + \frac {\partial^2}{\partial y^2} \rho -\frac {1}{\rho} \left(\frac {\partial\rho}{\partial z}\right)^2 + \frac {\partial^2}{\partial z^2} \rho

As derivadas da densidade que estão ao quadrado dependem duplamente da densidade. Logo, o termo acima fica

\frac {\partial^2\rho}{\partial x^2} \rho + \frac {\partial^2\rho}{\partial y^2} + \frac {\partial^2\rho}{\partial z^2} =

\nabla^2 \rho

Que é o Laplaciano da densidade! Com isso, podemos finalmente escrever a equação principal como

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \nabla^2 \rho

Que é a Equação de Ondas Sonoras. O termo

v = \sqrt {\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right]}

é a velocidade do som, de modo que podemos escrever a equação de ondas como

\frac {\partial^2 \rho}{\partial t^2} = v^2 \nabla^2 \rho

Esta belíssima equação relaciona a forma da onda em um instante do tempo com a maneira como essa forma se transforma com o passar do tempo.

Na realidade, há várias equações de ondas sonoras. A que foi escrita acima é a equação da densidade. Mas também podemos escrever facilmente a equação da pressão, usando novamente as relações

\nabla \rho = \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \nabla p

e

\frac {\partial \rho}{\partial t} = \frac {\partial }{\partial t} (\rho - \rho_0) = \frac {\partial }{\partial t} \left(\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] (p - p_0)\right) = \left(\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \frac {\partial p}{\partial t}\right)

A equação de densidade pode ser escrita como

\frac {\partial}{\partial t} \frac {\partial \rho}{\partial t} = v^2 \nabla \cdot (\nabla \rho)

de modo que, fazendo a substituição pela pressão

\left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \frac {\partial^2 p}{\partial t^2} = v^2 \left[ \frac {\partial p}{\partial \rho} \right] \nabla \cdot (\nabla p)

\frac {\partial^2 p}{\partial t^2} = v^2 \nabla^2 p

A equação da pressão é análoga à da densidade.

Agora, derivaremos a equação da velocidade. Essa equação será um pouco diferente das demais, uma vez que se trata de uma equação vetorial. Para isso, usaremos novamente a equação

\frac {\partial \rho}{\partial t} + \rho \nabla \cdot \vec v = 0

Podemos resolvê-la em relação à densidade, colocando-a sob a forma

\frac {\partial \rho/\partial t}{\rho} = - \nabla \cdot \vec v

\frac {\partial}{\partial t} (ln \rho) = - \nabla \cdot \vec v

(ln \rho) = - \int_{t_0}^{t} \nabla \cdot \vec v dt + D(x,y,z)

Agora, introduziremos o deslocamento \vec u (x,y,z,t) . Ele indica o deslocamento de uma partícula do fluido em relação à sua posição de equilíbrio (x,y,z). Com isso, podemos ver que

\frac {\partial \vec u}{\partial t} = \vec v

Então, escrevemos

\rho = e^{-\nabla \cdot \vec u + D(x,y,z)}

Fazendo ρ(t0) = ρ0, e -\nabla \cdot \vec u(t_0) = 0 obtemos

ρ0 = eD(x,y,z)

Finalmente,

\rho = \rho_0 e^{-\nabla \cdot \vec u}

Agora, voltemos à equação que derivamos, no início, da equação de Euler:

\frac {\partial \vec v}{\partial t} = - \frac {1}{\rho} \nabla p

\frac {\partial \vec v}{\partial t} = -v^2 \frac {1}{\rho} \nabla \rho

\frac {\partial^2 \vec u}{\partial t^2} = -v^2 \frac {1}{\rho} \nabla \rho

E, substituindo pelo que achamos,

\frac {\partial^2 \vec u}{\partial t^2} = -v^2 \frac {1}{\rho_0 e^{-\nabla \cdot \vec u}} \nabla \left(\rho_0 e^{- \nabla \cdot \vec u}\right)

\frac {\partial^2 \vec u}{\partial t^2} = -v^2 \frac {1}{\rho_0 e^{- \nabla \cdot \vec u}} \left( \nabla \rho_0 . e^{- \nabla \cdot \vec u} + \rho_0 \nabla \left(e^{- \nabla \cdot \vec u}\right)\right)

\frac {\partial^2 \vec u}{\partial t^2} = -v^2 \frac {1}{\rho_0 e^{- \nabla \cdot \vec u}} \left( \nabla \rho_0 . e^{ - \nabla \cdot \vec u} + \rho_0 \nabla \left({- \nabla \cdot \vec u} \right) e^{- \nabla \cdot \vec u} \right)

\frac {\partial^2 \vec u}{\partial t^2} = -v^2\left(\nabla \left(- \nabla \cdot \vec u \right) + \frac {\nabla \rho_0}{\rho_0} \right)

Derivando ambos os lados parcialmente em relação ao tempo,

\vec v \cdot \nabla \rho

Que é a equação de ondas sonoras para a velocidade.
[editar] Tecnologia sonora
Esquema representando duas ondas sonoras de diferentes frequências.

O advento da tecnologia e principalmente da eletrônica permitiu o desenvolvimento de armazenamento de áudio e aparelhos de som para gravação e reprodução de áudio, principalmente música.

São exemplos de fontes ou mídias o MP3, CD, o LP ou Disco de vinil e a cassete. Alguns dos aparelhos que reproduzem essas mídias, são o toca-discos e o gravador cassete.

Desde seus primórdios, com a invenção do fonógrafo, essa reprodução eletrônica do áudio evoluiu até atingir seu auge na alta fidelidade, que faz uso da estereofonia.

Instrumentos musicais: Cada instrumento produz as notas com timbres diferentes. As vibrações são criadas por toque ou sopro e cada instrumento tem o seu ressoador que amplifica os sons audíveis. Ex: no piano quem gera o som é a corda e quem ressoa é a caixa de ressonância.

Soja


Soja é um grão rico em proteínas, cultivado como alimento tanto para humanos quanto para animais. A soja pertence à família Fabaceae (leguminosa), assim como o feijão, a lentilha e a ervilha. A palavra soja vem do japonês shoyu. A soja é originária da China.

O maior produtor de soja do mundo são os Estados Unidos, seguido do Brasil, Argentina, China, Índia e Paraguai.[1] A produção mundial de soja em 2004 foi de 190 milhões de toneladas.

O óleo de soja é o mais utilizado pela população mundial no preparo de alimentos. Também é extensivamente usado em rações animais. Outros produtos derivados da soja incluem óleos, farinha, sabão, cosméticos, resinas, tintas, solventes e biodiesel.

No Brasil até o século XIX a soja era plantada na Bahia,[2] em pequena escala, mas, sua disseminação pelo Brasil se deu graças aos imigrantes japoneses.[2]

A soja é uma das plantações que estão sendo geneticamente modificadas em larga escala, e a soja transgênica está sendo utilizada em um número crescente de produtos. Atualmente, 80% de toda a soja cultivada para o mercado comercial é transgênica. A Monsanto é a empresa líder na soja geneticamente modificada.

A soja é considerada uma fonte de proteína completa, isto é, contém quantidades significativas de todos os aminoácidos essenciais que devem ser providos ao corpo humano através de fontes externas, por causa de sua inabilidade para sintetizá-los.[carece de fontes?]

Como ilustração do poder nutritivo da soja, saliente-se o fato de que ela é o único alimento protéico fornecido por organizações humanitárias a africanos famélicos. Com uma alimentação exclusivamente baseada em soja, crianças à beira da morte recuperam todo o seu peso em poucas semanas. Esse fenômeno ocorreu em larga escala nas crises humanitárias de Biafra (Década de 1970), Etiópia (Década de 1980) e Somália (Década de 1990).[carece de fontes?]

O processo de beneficiamento da soja, incia-se com o esmagamento, no qual basicamente se separa o óleo bruto (aproximadamente 20% do conteúdo do grão) do farelo, utilizado largamente como ração animal. O óleo bruto passa por um processo de refino até assumir propriedades ideais ao consumo como óleo comestível.


Nódulos Radiculares

Os nódulos radiculares são associações simbióticas entre bactérias e plantas superiores. A mais conhecida é a Rhizobium com espécies de Leguminosas. A planta proporciona à bactéria compostos carbonados como fonte de energia e um entorno protetor, e recebe nitrogênio em uma forma utilizável para a formacão de proteínas. A simbiose entre cada espécie de leguminosa e de Rhizobium é específica. Por exemplo, Glycine max, a soja,associa-se com a bactéria Bradyrhizobium japonicum. Os rizóbios (bactérias) entram nos pêlos radicais (=da raiz), os quais se deformam. A bactéria degrada a parede e penetra por ela; o crescimento do pêlo é alterado, e forma-se, para dentro, uma estrutura tubular chamada hebra de infeccão. A hebra dirige-se à base do pêlo, e através das paredes celulares vai ao interior do córtex. As bactérias induzem a divisão celular nas células corticais, que se tornam meristemáticas, com alto poder de divisão celular. Quando os rizóbios são liberados das hebras de infeccão e penetram nas células radicais, ficam envoltos por invaginaçoes da membrana plasmática dos pêlos radicais. Devido à continua proliferação de bacteróides (rizóbios desenvolvidos) e células corticais, formam-se uns crescimentos tumorais que constituem os nódulos (Raven 2003).

Software


Software ou logiciário é uma sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.

Software também é o nome dado ao comportamento exibido por essa seqüência de instruções quando executada em um computador ou máquina semelhante.

Software também é um produto e é desenvolvido pela Engenharia de software, e inclui não só o programa de computador propriamente dito, mas também manuais e especificações. Para fins contábeis e financeiros, o Software é considerado um Bens de capital.

Este produto passa por várias etapas como: Análise econômica, Análise de requisitos, Especificação, Codificação, Teste, Documentação, Treinamento e Manutenção.
Índice


[editar] Software como programa de computador

Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um programa correto e funcional, essa sequência segue padrões específicos que resultam em um comportamento desejado.

Um programa pode ser executado por qualquer dispositivo capaz de interpretar e executar as instruções de que é formado.

Quando um software está representado como instruções que podem ser executadas diretamente por um processador dizemos que está escrito em linguagem de máquina. A execução de um software também pode ser intermediada por um programa interpretador, responsável por interpretar e executar cada uma de suas instruções. Uma categoria especial e notável de interpretadores são as máquinas virtuais, como a Máquina virtual Java (JVM), que simulam um computador inteiro, real ou imaginado.

O dispositivo mais conhecido que dispõe de um processador é o computador. Atualmente, com o barateamento dos microprocessadores, existem outras máquinas programáveis, como telefone celular, máquinas de automação industrial, calculadora, etc.
[editar] A construção de um programa de computador

Um programa é um conjunto de instruções para o processador (linguagem de máquina). Entretanto, pode-se utilizar linguagens de programação, que traduza comandos em instruções para o processador.

Normalmente, programas de computador são escritos em linguagens de programação, pois estas foram projetadas para aproximar-se das linguagens usadas por seres humanos. Raramente a linguagem de máquina é usada para desenvolver um programa.

Alguns programas feitos para usos específicos, como por exemplo software embarcado ou software embutido, ainda são feitos em linguagem de máquina para aumentar a velocidade ou diminuir o espaço consumido. Em todo caso, a melhoria dos processadores dedicados também vem diminuindo essa prática, sendo a C uma linguagem típica para esse tipo de projeto. Essa prática, porém, vem caindo em desuso, principalmente devido à grande complexidade dos processadores atuais, dos sistemas operacionais e dos problemas tratados. Muito raramente, realmente apenas em casos excepcionais, é utilizado o código de máquina, a representação numérica utilizada diretamente pelo processador.

O Programa é inicialmente "carregado" na memória principal. Após carregar o programa, o computador encontra o 'Entry Point' ou ponto inicial de entrada do programa que carregou e lê as instruções sucessivamente byte por byte. As instruções do programa são passadas para o sistema ou processador onde são traduzidas da linguagens de programação para a linguagem de máquina, sendo em seguida executadas ou diretamente para o hardware, que recebe as instruções na forma de linguagem de máquina.
[editar] Tipos de programas de computador

Qualquer computador moderno tem uma variedade de programas que fazem diversas tarefas.

Eles podem ser classificados em duas grandes categorias:

1. Software de sistema que incluiu o firmware (O BIOS dos computadores pessoais, por exemplo), drivers de dispositivos, o sistema operacional e tipicamente uma interface gráfica que, em conjunto, permitem ao usuário interagir com o computador e seus periféricos.
2. Software aplicativo, que permite ao usuário fazer uma ou mais tarefas específicas. Aplicativos podem ter uma abrangência de uso de larga escala, muitas vezes em âmbito mundial; nestes casos, os programas tendem a ser mais robustos e mais padronizados. Programas escritos para um pequeno mercado têm um nível de padronização menor.

Ainda é possível usar a categoria Software embutido ou Software embarcado, indicando software destinado a funcionar dentro de uma máquina que não é um computador de uso geral e normalmente com um destino muito específico

Atualmente temos um novo tipo de software. O software como serviço, que é um tipo que roda diretamente na internet, não sendo necessário instalar nada no computador do usuário. Geralmente esse tipo de software é gratuito e tem as mesmas funcionalidades das versões desktop.
[editar] Licenças

Todo o software é publicado sob uma licença. Essa licença define (e até restringe) qual a forma que se pode utilizar o software (números de licenças, modificações, etc.). Exemplos de licenças:

* GNU General Public License
* Licença BSD
* Licença Apache
* Licença comercial
* Licença de software
* Licença de software livre
* Software livre
* Freeware
* Shareware
* Demo
* Trial

Sistema

Um sistema (do grego σύστημα), é um conjunto de elementos interconectados, de modo a formar um todo organizado. É uma definição que acontece em várias disciplinas, como biologia, medicina, informática, administração. Vindo do grego o termo "sistema" significa "combinar", "ajustar", "formar um conjunto".

Todo sistema possui um objetivo geral a ser atingido. O sistema é um conjunto de órgãos funcionais, componentes, entidades, partes ou elementos e as relações entre eles, a integração entre esses componentes pode se dar por fluxo de informações, fluxo de matéria, fluxo de sangue, fluxo de energia, enfim, ocorre comunicação entre os órgãos componentes de um sistema.

A boa integração dos elementos componentes do sistema é chamada sinergia, determinando que as transformações ocorridas em uma das partes influenciará todas as outras. A alta sinergia de um sistema faz com que seja possível a este cumprir sua finalidade e atingir seu objetivo geral com eficiência; por outro lado se houver falta de sinergia, pode implicar em mau funcionamento do sistema, vindo a causar inclusive falha completa, morte, falência, pane, queda do sistema etc.

Vários sistemas possuem a propriedade da homeostase, que em poucas palavras é a característica de manter o meio interno estável, mesmo diante de mudanças no meio externo. As reações homeostáticas podem ser boas ou más, dependendo se a mudança foi inesperada ou planejada.

Também pode-se construir modelos para abstrair aspectos de sistemas, como por exemplo um modelo matemático, modelos de engenharia de software, gráficos.

Em termos gerais, sistemas podem ser vistos de duas maneiras:

* através da análise, em que se estuda cada parte de um sistema separadamente a fim de recompô-lo posteriormente.
* através de uma visão holista, em que se entende que o funcionamento do sistema como um todo, constitui um fenômeno único, i.e., irredutível em suas partes.

Índice
Tipos de sistemas

* Um sistema interage com o seu meio através de entradas e saídas. Nesses casos, é declarado com um sistema aberto.

* Os sistemas são dinâmicos e têm componentes e fluxos, que devem permanecer em sinergia e homeostase ao longo do tempo.

* Outra distinção é a relação de sistemas físicos para sistemas conceptuais:
o Sistemas físicos são sistemas compostos de matéria e energia, por exemplo um conjunto de astros como o sistema solar com seus planetas orbitando ao redor da estrela Sol.
* Um circuito elétrico pode ser considerado um exemplo de sistema em Engenharia.
o Sistemas conceptuais são compostos de idéias. Sistemas conceptuais geralmente existem para ajudar a busca de objetivos específicos ou podem ser usados para modelar sistemas físicos. Um conjunto de componentes interrelacionados pode ser declarado um sistema, ou ainda ser abstraído para ser declarado um componente de um sistema maior. Sistemas permitem a prática de "atividades", os sistemas conceptuais permitem que "coisas" sejam feitas na sociedade humana.

* Nas ciências sociais o sistema econômico é considerado como determinante dos demais sistemas, interferindo no sistema jurídico, no sistema carcerário, no sistema da previdência social etc.

* No corpo humano, podemos definir sistemas como o sistema nervoso, o sistema circulatório, o sistema digestório, sistema reprodutor, sistema respiratório.

[editar] Sistemas biológicos

Os humanos possuem uma variedade de sistemas devido à complexidade do organismo da espécie. Estes sistemas específicos são amplamente estudados pela anatomia humana. Os sistemas "humanos" também estão presentes em vários animais.

* Sistema digestivo (ou digestório) responsável pela transformação do alimento em nutrientes para o organismo, alguns de seus ógãos são o estômago, a boca e o intestino
* Sistema respiratório
* Sistema circulatório responsável pelo transporte do sangue pelo corpo, alguns de seus órgãos são o coração e as artérias.
* Sistema nervoso
* Sistema linfático
* Sistema urinário (excretor)
* Sistema muscular
* Sistema reprodutor
* Sistema endócrino
* Sistema ósseo

* Juntos, os sistemas biológicos constituem o organismo, a unidade que participa de uma população.

Molécula <> Organela <> Célula <> Tecido <> Órgão <> Sistema <> Organismo <> População <> Comunidade <> Ecossistema <> Bioma <> Biócoro <> Biociclo <> Biosfera <> Cosmo
[editar] Sistemas de informação e ciência da computação

Em ciência da computação e ciência da informação, sistema pode ser também uma função ou um algoritmo. Para o primeiro caso existem os sistemas de cálculo, como os numerais romanos, e vários sistemas para preenchimento de formulários, e no segundo caso há os de catalogação, como vários sistemas de biblioteca e de livrarias que usam a Classificação facetada de Dewey, por exemplo. Isto ainda se encaixa com a definição de componentes que são interconectados (neste caso, no intuito de facilitar o fluxo de informações)
[editar] Sistemas em pesquisa operacional e ciência do gerenciamento

Em pesquisa operacional e desenvolvimento organizacional, as organizações são vistas como sistemas humanos (sistemas conceituais) compreendidos de componentes interativos como subsistemas, processos e estruturas organizacionais. Peter Senge (teoria de desenvolvimento organizacional) desenvolveu a noção de organização e sistemas no seu livro The Fifth Discipline.

Pensamento em Sistemas tem sido identificada como uma importante competência de liderança onde um indivíduo pensa globalmente quando atua localmente. Ele ou ela leva em conta as potenciais conseqüências de uma decisão em outras partes da organização.

Salva-vidas



Salva-vidas, guarda-vidas (português brasileiro) ou nadador-salvador, banheiro (português europeu) é a pessoa que tem o escopo de evitar afogamentos e assim preservar a vida de quem se vê envolvido em uma situação crítica no mar, em rios ou piscinas.

Em muitas cidades litorâneas, há salva-vidas em praias mais freqüentadas e/ou perigosas, para pronto atendimento aos banhistas ou para avisar dos riscos provocados por animais como águas-vivas ou tubarões. A vigência do serviço pode ser permanente ou restringida à época balnear. A formação de um salva-vidas deve ser completa: nadar muito bem, conhecimento das técnicas de respiração e massagem cardíaca,oceanografia, cuidados com o banhista e agilidade nas ações de prevenção e salvamento, onde segundos tornam-se preciosos.
[editar] Bandeiras de aviso

As bandeiras colocadas em postos ou cadeirões funcionam como indicadoras das condições de banho no dia, são de três cores diferentes:

1. Verde que indica mar bom.
2. Amarela que indica atenção.
3. Vermelha mar ruim.

Funcionam na equivalência de um semáforo.
Nadador-salvador português num momento de descontracção numa praia vigiada.

Sem esquecer das bandeiras vermelhas que são postas nas praias com o seguinte dizer "local perigoso" são colocadas na frente das correntes de retorno (rip), não é permitido a entrada de banhistas nestes locais, pois, é aí que acontecem os afogamentos por imprudência e até mesmo falta de informação dos banhistas que na grande maioria das vezes são visitantes ocasionais ou veranistas.

Esta corrente pode variar de lugar para lugar dependendo do vento, lua e, até mesmo, pressão atmosférica. Sua velocidade é de 3 m/s; isto significa que nem o melhor nadador que nada 2m/s consegue nadar contra essa corrente. A melhor maneira seria, 1º nem ter entrado nela pois com certeza estaria sinalizada, 2º não tentar vir diretamente para terra, pois assim você estaria desafiando a natureza e com ela não dá para competir e 3º nade para o lado procurando assim o banco de areia se não conseguir nade até o final da corrente, depois saia pelo lado. Além das atividades de salvamento, cabe ao Guarda-Vidas as atividades prevencionistas objetivando evitar acidentes nas praias de mar ou de água doce (rios, lagos e lagoas) e também de piscinas, através de campanhas educativas.

Também se pode dar o nome de salva-vidas às bóias de sinalização.

Livro de Salmos

Salmos ou Tehilim( do hebraico תהילים, Louvores) é um livro do Tanakh (fazendo parte dos escritos ou Ketuvim) e da Bíblia Cristã.[1][2] Constitui-se de 150 cânticos e poemas utilizados pelo antigo Israel como hinário no Templo de Jerusalém, e hoje são utilizados como orações ou louvores, no Judaísmo, no Cristianismo e também no Islamismo (o Corão refere os salmos como "um bálsamo"). Tal fato, comum aos três monoteísmos semitas, não tem paralelo, dado que judeus, cristãos e muçulmanos acreditam nos Salmos.
Índice
Origens

A autoria da maioria dos salmos é atribuída ao rei Davi, o qual teria escrito pelo menos 73 poemas. Asafe é considerado o autor de 12 salmos. Os filhos de Corá escreveram uns nove e o rei Salomão ao menos dois. Hemã, com os filhos de Corá, bem como Etã e Moisés, escreveram no mínimo um cada. Todavia, 51 salmos seriam tidos de autoria anônima.

O período em que os salmos foram compostos varia muito, representando um lapso temporal de aproximadamente um milênio, desde a data aproximada de 1440 a.C., quando houve o êxodo dos Israelitas do Egito até o cativeiro babilônico, sendo que muitas vezes esses poemas permitem traçar um paralelo com os acontecimentos históricos, principalmente com a vida de Davi, quando, por exemplo, havia fugido da perseguição promovida pelo rei Saul ou quanto ao arrependimento pelo seu pecado com Bate-Seba.

Poemas de louvor, os salmos foram inicialmente transmitidos através da tradição oral e a fixação por escrito teve lugar sobretudo através do movimento de recolha das tradições israelitas, iniciado no exílio babilônico pelo profeta Ezequiel (séculos VII-VI a.C.). Como tal, muitos destes textos serão muito anteriores, sendo bastante difícil a sua crítica do ponto de vista literário estrito. Ainda assim, tendo em conta a comparação com a literatura poética coeva do Egito, da Assíria e da Babilônia, pode-se afirmar que estes poemas de Israel são um dos expoentes da poesia universal.

Os salmos, em termos de conteúdo, possuem estrutura coerente, o que também pode ser observado em passagens do Antigo Testamento e em obras literárias do Oriente Médio da Antiguidade.[3]

Tal como em outras tradições culturais, também a poesia hebraica andava estreitamente associada à música. Assim, embora não seja de se excluir para os salmos a possível recitação em forma de leitura, "todavia, dado o seu gênero literário, com razão são designados em hebraico pelo termo Tehillim, isto é, «cânticos de louvor», e, em grego psalmói, ou seja, «cânticos acompanhados ao som do saltério».

De fato, todos os salmos possuem um certo caráter musical, que determina o modo como devem ser executados. E assim, mesmo quando o salmo é recitado sem canto, ou até individualmente ou em silêncio, a sua recitação terá de conservar este caráter musical[4]

Os salmos acabaram por constituir um hinário litúrgico para uso no templo de Jerusalém, do qual transitaram quer para a sinagoga judaica, quer para as liturgias cristãs.

Na Igreja Católica, os 150 salmos formam o núcleo da oração cotidiana: a chamada Liturgia das Horas, também conhecida por Ofício Divino e cuja organização remonta a São Bento de Núrsia. A oração conhecida por rosário, com as suas 150 Ave Marias, formou-se por analogia com os 150 salmos do Ofício.

Vários salmos são considerados pelos teólogos como proféticos ou messiânicos, pois referem-se à vinda do Cristo e, por isso, existem muitas citações de versos dos salmistas no Novo Testamento com o propósito de provar o cumprimento das profecias na pessoa de Jesus.[5]
[editar] Variações entre as traduções

A Bíblia católica e as protestantes possuem a mesma quantidade de capítulos, mas apresentam diferenças em relação à numeração dos mesmos e de seus versículos.

Versículos

A Bíblia católica costuma apresentar, na maioria dos salmos, um versículo de introdução, em que são atribuídas autorias e apontados instrumentos que deveriam ser utilizados ao se cantar tais textos. Essas informações estão ausentes nas Bíblias protestantes.

Capítulos

* As Bíblias evangelicas consideram os salmos 9 e 10 da católica como um texto único e contínuo;

* A Bíblia católica considera como salmo 146 os salmos 146 e 147 das protestantes

Existem ainda variações na numeração dos Salmos no texto hebraico e versôes derivadas:
TextoHebraico(BíbliaCatólica) LXX-Vulgata(BíbliaEvangelicas).[6]
1 - 8 1 - 8
9 - 10 9
11- 113 10 - 112
114-115 113
116 114 - 115
117-146 116 - 145
147 146 - 147
148-150 148 - 150

O Salmo 150 constituiria uma doxologia, ou arremate de louvor do livro.
[editar] Salmos Proféticos

Alguns salmos são considerados proféticos ou messiânicos pela Teologia cristã, pois apontam para a vinda do Messias, sendo com freqüência citados no Novo Testamento da Bíblia com o objetivo de identificar Jesus Cristo como o cumpridor da promessa.

No Salmo 2, que fala do reinado do Ungido de Deus, verificam-se algumas citações no livro de Atos e na Epístola aos Hebreus.

Já o Salmo 8 que fala da glória divina e da dignidade do Filho do Homem é citado no Evangelho de Mateus, bem como em algumas epístolas de Paulo.

Por sua vez, o Salmo 16 é uma referência à ressurreição de Cristo em seu verso 10, quando Davi assim profetiza:

"Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção."

Por sua vez, o Salmo 22 fala do sofrimento e da vitória do Messias que se entende cumprido na crucificação de Jesus, principalmente devido aos versos 7 e 18 que, respectivamente, coincidem com a zombaria experimentada durante o martírio e a repartição das vestes pelos soldados.

Todos esses salmos foram proferidos pelo rei Davi, que teria governado Israel um milênio antes do ministério de Jesus.

Importante destacar que tais salmos referem-se à numeração da Bíblia protestante, o que deve ser observado pelo leitor ao consultar a Bíblia católica, cujo conteúdo é o mesmo.
[editar] Os Salmos e a história de Davi

Vários salmos relacionam-se com os acontecimentos que marcaram a vida do rei Davi.

O Salmo 59 tem a ver com a ocasião em que Saul teria enviado homens à casa de Davi para prendê-lo. Já os Salmos 34 e 56 referem-se à sua fuga de Saul. Por sua vez, o Salmo 142 foi composto quando DDavi encontrava-se escondido na caverna de Adulão, na região do mar Morto.

Ao terminar a perseguição de Saul, Davi compõe o Salmo 18, ressaltando a fidelidade de Deus.

Quando é confrontado pelo profeta Natã sobre o seu adultério com Bate-Seba e a morte de Urias, Davi compõe o Salmo 51, demonstrando o seu verdadeiro arrependimento.

Novamente ao ser perseguido, agora por seu filho Absalão, Davi ainda escreve os Salmos 3 e 7, o que revela sua confiança no livramento de Deus.

Além destes citados acima, outros Salmos que se relacionam com passagens da vida de Davi seriam o 52 (depois que Doengue assassinou os 85 sacerdotes e suas famílias), o 54 (quando os zifeus tentaram traí-lo), o 57 (enquanto se escondia em uma caverna) e o 63 (enquanto escondia-se no deserto de En-Gedi).

Importante alertar novamente que tais Salmos referem-se à numeração da Bíblia protestante, o que deve ser observado pelo leitor ao consultar a Bíblia católica, cujo conteúdo permanece o mesmo.

Roda


A roda é uma das seis máquinas simples com vastas aplicações no transporte e em máquinas, caracterizada rotativo no seu interior.

* A roda transmite de maneira amplificada para o eixo rotação eixo qualquer força aplicada na sua borda, reduzindo a transmissão tanto da velocidade quanto da distância que foram aplicadas.

* Similarmente, a roda transmite de maneira reduzida para a borda qual aplicada no seu eixo rotação eixo, amplificando a transmissão tanto da velocidade quanto da distância que foram aplicadas.

O fator importante para determinar a transmissão de força, velocidade e distância é a relação entre o diâmetro da borda da roda e o diâmetro do eixo.
Índice

Aplicações
Transporte

No transporte de objetos, o objetivo dela é diminuir a fricção total de arrasto de um objeto entre dois pontos em uma superfície. O objeto sendo transportado, colocado no seu eixo, necessita se arrastar por uma distância menor do que a distância percorrida pela borda da roda em contato com a superfície, porque o eixo sempre reduz a transmissão da distância percorrida pela borda da roda.

É interessante notar que a superfície por onde a borda da roda se desloca deve ser preparada a priori para aumentar a eficiência da roda. A roda não é muito útil para o transporte sem a presença de estradas.

É também interessante notar que embora a roda seja uma maneira eficiente de transporte, as formas de vida usam-na de maneira muito limitada nesse sentido.
[editar] Máquinas

Em máquinas, a roda age principalmente acoplando-se a outras rodas, de modo a transmitir velocidade e torque através do seu típico movimento circular. Exemplos de rodas especializadas usadas em máquinas são a engrenagem e a polia.
[editar] História da Roda

Para muitos cientistas a roda é o maior invento de todos os tempos, acredita-se que seus inventores foram os povos que habitavam a antiga Mesopotâmia, atual Iraque, acerca de 5.500 anos atrás.

Foi originada do rolo (um tronco de árvore). Mais tarde, este rolo se transformou em disco. A evolução das rodas dos automóveis se originou diretamente das rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos, às quais eram, a princípio, idênticas.

A roda é também o princípio básico de todos os dispositivos mecânicos.

Remédio

Um remédio é qualquer substância ou recurso utilizado para obter cura. Diferentemente de fármaco, a substância utilizada não necessita ser conhecida quimicamente.[1] Já medicamento, tem uso mais estrito a composição excipientes+fármacos, vendidos em farmácias e drogarias, utilizados na cura, prevenção e profilaxia.[2]

Raquitismo





Raquitismo é uma doença decorrente da mineralização inadequada do osso em crescimento, ou seja, da placa epifisária. Está entre as doenças mais freqüentes da infância em muitos países em desenvolvimento. A causa predominante é a deficiência de vitamina D, seja por exposição insuficiente à luz solar ou baixa ingestão através da dieta; mas a deficiência de cálcio na dieta também pode gerar um quadro de raquitismo.

Osteomalacia é o termo usado para descrever uma condição semelhante que ocorre em adultos, geralmente devido à falta de vitamina D.
Índice
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* 1 Fisiopatologia
* 2 Etiologia
o 2.1 Diminuição da vitamina D - (raquitismo primário)
o 2.2 Diminuição de fósforo - (raquitismo secundário)
o 2.3 Diminuição de fosfáto - (raquitismo secundário)
* 3 Apresentação
* 4 Diagnóstico
* 5 Tratamento e prevenção
o 5.1 Dieta e luz solar
o 5.2 Suplementação
o 5.3 Tratamento da patologia de base
* 6 Prognóstico
* 7 Bibliografia

[editar] Fisiopatologia

A vitamina D conjuntamente com a CALCITONINA têm a função de manter a concentração de fosfato, sulfato em níveis adequados para permitir a mineralização óssea. A vitamina D é proveniente da dieta, seja de origem animal (ergocalciferol - D2), seja de origem vegetal (colecalciferol - D3), estas são transportadas para o fígado e transformadas em calcidiol (reserva de vitamina D) e este é levado para os rins e transformados em calcitriol. A função deste, que é um metabólito ativo, é de aumentar a absorção intestinal de cálcio e fósforo e também de promover o depósito de cálcio e fósforo no osso. Portanto quando há falta deste, o mecanismo não ocorre e se tem diminuição da mineralização óssea.
[editar] Etiologia
Criança que sofre de raquitismo. Note as perna em arco e o pulso direito alargado.

A vitamina D é necessária para absorção adequada do cálcio nos intestinos. Na ausência de vitamina D, o cálcio da dieta não é absorvido adequadamente, resultando em hipocalcemia, levando a deformidades no esqueleto e dentes, além de sintomas neuromusculares, como hiperexcitabilidade.

Existe um raquitismo raro autossômico recessivo chamado de raquitismo resistente à vitamina D (raquitismo vitamina D dependente).
[editar] Diminuição da vitamina D - (raquitismo primário)

A ausência de vitamina D pode ser resultado de diversos fatores. Uma exposição insuficiente à luz solar (ultravioleta) pode ser um deles, pois os raios ultravioleta quando entram em contato com a pele transformam a vitamina D4 em vitamina D3, a forma ativa da vitamina D. Além disso, uma dieta insuficiente em vitamina D, hepatopatias crônicas, insuficiência renal crônica, acidose e o uso de anticonvulsivantes podem resultar em diminuição dos níveis de vitamina D, levando ao raquitismo.
[editar] Diminuição de fósforo - (raquitismo secundário)

Pode ocorrer quando há uma perda renal de fósforo, como acontece na síndrome de Fanconi; quando há uso de antiácidos ou mesmo por motivos genéticos.
[editar] Diminuição de fosfáto - (raquitismo secundário)

Baixa ingestão de fosfáto, deficiência na mineralização e/ou uso de fluoretos, cádmo, manganês.
[editar] Apresentação
Raio-X característico das pernas curvadas de uma criança com raquitismo

Os sinais e sintomas do raquitismo incluem:

* Irritabilidade, hiperatividade e sudorese abundante na cabeça;
* Nos seis primeiros meses: tetania ou convulsão, sinais de Chvostek (percussão do nervo facil próximo a orelha com contração do lábio superior, asa do nariz, canto da boca e olhos, e sinal de Trousseau (contração muscular após obstrução do fluxo arterial do braço);
* Craniotabes; rosário raquítico, fontanela ampla;
* Atraso na erupção dentária;
* Fraqueza muscular e hipotonia generalizada;
* Tendência aumentada para fraturas (ossos facilmente quebrados), especialmente fraturas em galho verde.
* Pernas arqueadas, deformações na coluna;
* Infecções respiratórias de repetição, como bronquites e pneumonias, devido a má formação torácica.

Um raio-X ou radiografia de uma pessoa com raquitismo avançado tende a se apresentar de uma forma clássica: pernas em arco e um peito deformado. As mudanças no crânio também ocorrem causando uma aparência de "cabeça-quadrada". Essas deformidades persistem na vida adulta se não forem tratadas.

As conseqüências a longo prazo incluem curvatura ou desconfiguração permanente dos ossos longos, e escoliose (costas curvada).
[editar] Diagnóstico

Um médico pode diagnosticar o raquitismo através de:

* Exame de sangue para medir os níveis de cálcio, fósforo e fosfatase alcalina;
* Raio-X dos ossos afetados (os melhores locais para avaliação são joelho, tornozelo e punho, com epífise alargada). Os ossos podem apresentar perda dos limites ósseos, rarefação óssea e/ou fraturas em galho verde.

[editar] Tratamento e prevenção
Info Aviso: A Wikipedia não é um consultório médico. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.
[editar] Dieta e luz solar
Colecalciferol (D3)
Ergocalciferol (D2)

O tratamento envolve níveis aumentados de fósforo, fosfato e vitamina D na dieta. A exposição aos raios solares ultravioletas, azeite de oliva e ergosterol, são fontes de vitamina D.

Uma quantidade suficiente de raios ultravioleta do sol a cada dia e fornecimento adequado de cálcio e fósforo na dieta podem prevenir o raquitismo. A reposição de vitamina D se comprovou que corrige o raquitismo ao se usar métodos de medicina e terapia de luz ultravioleta.

As recomendações são de 50 unidades internacionais de vitamina D por dia para crianças. As crianças que não adquirirem as quantidades adequadas de vitamina D estão em risco aumentado de ter raquitismo. A vitamina D é essencial para permitir que o corpo absorva o cálcio para o uso correto na calcificação e manutenção dos ossos.
[editar] Suplementação

Níveis suficientes de vitamina D também podem ser atingidos com uma suplementação da dieta. A vitamina D3 (colecalciferol) é a forma preferida, já que ela é mais prontamente absorvida do que a vitamina PP (niacina). A maioria dos dermatologistas recomendam a suplementação de vitamina D como uma alternativa para a exposição não protegida ao ultravioleta, devido ao risco aumentado de câncer de pele associado à exposição ao sol.

De acordo com a Academia Americana de Pediatria, os bebês que estão sendo amamentados podem não conseguir vitamina D suficiente a partir do leite da mãe. Por esta razão, a Academia recomenda que os bebês que estão sendo alimentados exclusivamente pelo aleitamento recebam diariamente suplementos de vitamina D a partir dos dois meses de idade até que eles comecem a tomar uma fórmula ou um leite fortificado com vitamina D por dia.
[editar] Tratamento da patologia de base

Algumas patologias que geram o raquitismo devem ser tratadas.

Rádio

Rádio pode ser:

* Rádio (elemento químico) - um elemento químico
* Rádio (Ondas de rádio) - um tipo de radiação eletromagnética
* Rádio (comunicação) - um recurso tecnológico das telecomunicações
* Radiodifusão - a indústria do rádio
* Rádio (osso) - um osso do braço humano
* Radio (filme) - um filme de 2003
* Radio (álbum) - um álbum musical do cantor de rap LL Cool J
* Radio (canção de Robbie Williams) - uma canção do cantor Robbie Williams
* Radio (canção de The Corrs) - uma canção do grupo musical The Corrs

Provedor

Ombudsman

A função de um provedor é parecida ou até homónima com a atuação de um ombudsman ou ouvidor, um profissional contratado por um órgão, instituição ou empresa que tem a função de receber críticas, sugestões, reclamações e deve agir em defesa imparcial da comunidade.
[editar] Provedor de Justiça

Às vezes o provedor é referido como personalidade que goza, em geral, de comprovada reputação de integridade e independência relativamente à área de actuação, reconhecido pelos seus pares e considerado com grandes conhecimentos sobre o sistema ou área de intervenção sobre o qual intervém. O seu papel é servir de mediador entre os elementos que representa e as instituições, nas eventuais situações problemáticas que surjam no decurso do funcionamento. Um exemplo são os provedores de justiça, pessoas designadas por organizações para a defesa dos direitos dos cidadãos, receptor de queixas, denúncias e reclamações associadas a abuso de poder ou ao mau funcionamento de instituições públicas.
[editar] Outros usos

Um provedor pode ser também uma pessoa ou instituição que fornece serviços e/ou informações. Provedores também são popularmente conhecidos como os provedores de acesso à Internet e provedores de hospedagem de sites.

Proteína






As Proteínas são compostos orgânicos de estrutura complexa e massa molecular elevada (de 5.000 a 1.000.000 ou mais unidades de massa atômica), sintetizadas pelos organismos vivos através da condensação de um grande número de moléculas de alfa-aminoácidos, através de ligações denominadas ligações peptídicas. Uma proteína é um conjunto de no minimo 100 aminoácidos, mas sabemos que uma proteína possui muito mais que essa quantidade, sendo os conjuntos menores denominados Polipeptídeos. Em comparação, designa-se Prótido qualquer composto nitrogenado que contém aminoácidos, peptídios e proteínas (pode conter outros componentes). Uma grande parte das proteínas são completamente sintetizadas no citosol das células pela tradução do RNA enquanto as proteínas destinadas à membrana citoplasmática, lisossomas e as proteínas de secreção possuem um sinal que é reconhecido pela membrana do retículo endoplasmático onde terminam sua síntese.As proteínas são os componentes químicos mais importantes do ponto de vista estrutural.
Parte de uma cadeia protéica mostrando as ligações peptídicas.
Estrutura geral de um aminoácido
Índice
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Aminoácidos

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Aminoácidos

São compostos quaternários de carbono (C), hidrogênio (H), oxigênio (O) e nitrogênio (N) - também chamado de azoto em Portugal, às vezes contêm enxofre (S), como a cistina. A estrutura geral dos aminoácidos envolve um grupo amina e um grupo carboxila, ambos ligados ao carbono α (o primeiro depois do grupo carboxila). O carbono α também é ligado a um hidrogênio e a uma cadeia lateral, que é representada pela letra R. O grupo R determina a identidade de um aminoácido específico. A fórmula bidimensional mostrada aqui pode transmitir somente parte da estrutura comum dos aminoácidos, porque uma das propriedades mais importantes de tais compostos é a forma tridimensional, ou estereoquímica.

Existem 300 tipos de aminoácidos, porém somente 20 são utilizados no organismo humano, sendo denominados aminoácidos primários ou padrão; apenas esses podem ser sintetizados pelo DNA humano. Desses 20, oito são ditos essenciais: isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilanina, treonina tripoftano, valina, histidina e arginina. O organismo humano não é capaz de produzi-los, e por isso é necessária a sua ingestão através dos alimentos para evitar sua deficiência no organismo. Uma cadeia de aminoácidos denomina-se de "peptídeo", estas podem possuir dois aminoácidos (dipeptídeos), três aminoácidos (tripeptídeos), quatro aminoácidos (tetrapeptídeos), ou muitos aminoácidos (polipeptídeos). O termo proteína é dado quando na composição do polipeptídeo entram centenas ou milhares de aminoácidos.

As ligações entre aminoácidos denominam-se ligações peptídicas e estabelecem-se entre o grupo amina de um aminoácido e o grupo carboxilo de outro aminoácido, com a perda de uma molécula de água.
[editar] Estrutura tridimensional
Estruturas tridimensionais das proteínas.

As proteínas podem ter 4 tipos de estrutura dependendo do tipo de aminoácidos que possui, do tamanho da cadeia e da configuração espacial da cadeia polipeptídica. As estruturas são:
[editar] Estrutura primária

É dada pela seqüência de aminoácidos ao longo da cadeia polipeptídica. É o nível estrutural mais simples e mais importante, pois dele deriva todo o arranjo espacial da molécula. São específicas para cada proteína, sendo, geralmente, determinadas geneticamente. A estrutura primária da proteína resulta em uma longa cadeia de aminoácidos, com uma extremidade "amino terminal" e uma extremidade "carboxi terminal". Sua estrutura é somente a seqüência dos aminoácidos, sem se preocupar com a orientação espacial da molécula. Suas ligações são ligações peptídicas e pontes dissulfeto.

Representada pela sequência de aminoácidos unidos por meio das ligações peptídicas. É ligada a carboidratos.
[editar] Estrutura secundária

É dada pelo arranjo espacial de aminoácidos próximos entre si na sequência primária da proteína. É o último nível de organização das proteínas fibrosas, mais simples estruturalmente.

Ocorre graças à possibilidade de rotação das ligações entre os carbonos alfa dos aminoácidos e os seus grupos amina e carboxilo. O arranjo secundário de uma cadeia polipeptídica pode ocorrer de forma regular; isso acontece quando os ângulos das ligações entre carbonos alfa e seus ligantes são iguais e se repetem ao longo de um segmento da molécula.

São dois os tipos principais de arranjo secundário regular:

* alfa-hélice: presente na estrutura secundária dos níveis de organização das proteínas. São estruras cilindricas estabilizadas por pontes de hidrogénio entre aminoácidos. As cadeias laterais dos aminoácidos encontram-se viradas para fora. Existem várias formas de como as hélice alfa podem organizar-se.

* folha-beta: padrão estrutural encontrado em várias proteínas, nas quais regiões vizinhas da cadeia polipeptídica associam-se por meio de ligações de hidrogénio, resultando em uma estrutura achatada e rígida.

[editar] Estrutura terciária

Resulta do enrolamento da hélice ou da folha pregueada, sendo estabilizada por pontes de hidrogênio e pontes dissulfeto. Esta estrutura confere a atividade biológica às proteínas.

A estrutura terciária descreve o dobramento final de uma cadeia, por interações de regiões com estrutura regular ou de regiões sem estrutura definida, podendo haver interações de segmentos distantes de estrutura primária, por ligações não covalentes.

Enquanto a estrutura secundária é determinada pelo relacionamento estrutural de curta distância, a terciária é caracterizada pelas interações de longa distância entre aminoácidos, denominadas interações hidrofóbicas, pelas interações eletrostáticas, pontes de hidrogenio e de sulfeto. Todas têm seqüências de aminoácidos diferentes, refletindo estruturas e funções diferentes. Efetua interações locais entre os aminoácidos que ficam próximos uns dos outros.
[editar] Estrutura quaternária

Algumas proteínas podem ter duas ou mais cadeias polipeptídicas. Essa transformação das proteínas em estruturas tridimensionais é a estrutura quaternária, que são guiadas e estabilizadas pelas mesmas interações da terciária.A junção de cadeias polipeptídicas pode produzir diferentes funções para os compostos.

Um dos principais exemplos de estrutura quaternária é a hemoglobina. Sua estrutura é formada por quatro cadeias polipeptídicas.
[editar] Funções
[editar] Estrutural ou plástica

São aquelas que participam dos tecidos dando-lhes rigidez, consistência e elasticidade. São proteínas estruturais: colágeno (constituínte das cartilagens), actina e miosina (presentes na formação das fibras musculares), queratina (principal proteína do cabelo), fibrinogênio (presente no sangue), albumina (encontrada em ovos) e outras.
[editar] Hormonal

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Hormônio

Exercem alguma função específica sobre algum órgão ou estrutura de um organismo como, por exemplo, a insulina que retira a glicose em excesso do sangue(embora tecnicamente a insulina seja considerada apenas um polipeptídeo, devido a seu pequeno tamanho).
[editar] Defesa

Os anticorpos são proteínas que realizam a defesa do organismo, especializados no reconhecimento e neutralização de vírus, bactérias e outras substâncias estranhas.

O fibrinogênio e a trombina são outras proteínas responsáveis pela coagulação do sangue e prevenção de perda sanguínea em casos de cortes e machucados.
[editar] Energética

Obtenção de energia a partir dos canais que compõem as proteínas.
[editar] Enzimática

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Enzima

Enzimas são proteínas capazes de catalisar reações bioquímicas como, por exemplo, as lipases. As enzimas não reagem, são reutilizadas (sempre respeitando o sítio ativo) e são específicas.

As enzimas reduzem a energia de ativação das reações químicas. A função da enzima depende diretamente de sua estrutura. Proteínas altamente especializadas e com atividade catalítica. Mais de 2000 enzimas são conhecidas, acreditava se que cada uma era capaz de catalisar apenas um tipo diferente de reação química, porém novas pesquisas provaram que algumas enzimas podem catalisar diferentes reações químicas.
[editar] Condutoras de gases

O transporte de gases (principalmente do oxigênio e um pouco do gás carbônico) é realizado por proteínas como a hemoglobina e hemocianina presentes nos glóbulos vermelhos ou hemácias .
[editar] Desnaturação
Ovo com clara desnaturada.

A desnaturação ocorre quando a proteína perde sua estrutura secundária e/ou terciária, ou seja, o arranjo tridimensional da cadeia polipeptídica é rompido, fazendo com que, quase sempre, a proteína perca sua atividade biológica característica.

Quando as proteínas sofrem desnaturação não ocorre rompimento de ligações covalentes do esqueleto da cadeia polipeptídica, preservando a seqüência de aminoácidos características da proteína.

Os fatores que causam a desnaturação, são:

* Aumento de temperatura (cada proteína suporta um certo calor, se isso é ultrapassado ela desnatura);
* Extremos de pH;
* Solventes orgânicos miscíveis com a água (etanol e acetona);
* Solutos (uréia);
* Exposição da proteína a detergentes;
* Agitação vigorosa da solução protéica até formação abundante de espuma.

Prancheta

Prancheta é uma mesa usada para desenho de projetos em geral: arquitetura, instalações, estrutura, etc. Atualmente caiu em desuso e foi substituída pelo computador.

Pomada

As pomadas são preparações farmacêuticas, estáveis, semi-sólidas, de consistência mole, destinadas ao uso externo, constituídas por um ou mais principios activos e por excipientes com características lipofílicas ou hidrofílicas.

As pomadas são classificadas em : epidérmicas,endodérmicas e hipodermicas de acordo com o grau de penetração e o excipiente utilizado. As epidérmicas agem superficialmente na pele e os excipientes usados são a vaselina e o óleo mineral. As endodermicas agem mais profundamente e o excipiente é o óleo vegetal , já as hipodérmicas são absorvidas e podem desencadear um efeito sistêmico e o excipiente é a lanolina.

Devem ser plástica e termorreversíveis, ou seja, passarem pela pele através de massagem e com aumento da temperatura, ficarem menos viscosas, para o princípio ativo sair da pomada e ir ao local aplicado.

PENTE


O pente é um utensílio formado por numerosos dentes mais ou menos finos, muito próximos uns dos outros, presos a uma haste ou barra, com o qual se penteiam ou desembaraçam os cabelos.

Normalmente os pentes são feitos de plástico ou madeira, e podem ter formas variadas de acordo com a função. Uma escova de cabelo, que é maior do que um pente, também é comumente usada. A palavra pente tem origem no latim pecten, que é o nome de uma concha (pectens jacobeus) cheia de ranhuras, que lembram os dentes de um pente.

O pente é um objeto usado há muito tempo. Essa afirmação é verídica, porque foram encontrados alguns desses objetos nas tumbas das civilizações do mar Egeu. Na época, eles eram feitos de ossos de animais ou madeira.

Com o passar do tempo, a matéria-prima foi se aprimorando e as egípcias foram as primeiras a exibir pentes de ouro, cravejados com pedras preciosas que, após séculos, foram copiadas pelas romanas.

Mas foi em Roma que surgiu o primeiro pente de bolso, bolado para ser usado nos intervalos das lutas entre leões e cristãos, no Coliseu.

Fonte: Guia dos Curiosos

Painel solar fotovoltaico






Painel solar fotovoltaico
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Painel Solar

Painéis solares fotovoltaicos são dispositivos utilizados para converter a energia da luz do Sol em energia elétrica. Os painéis solares fotovoltaicos são compostos por células solares, assim designadas já que captam, em geral, a luz do Sol. Estas células são, por vezes, e com maior propriedade, chamadas de células fotovoltaicas, ou seja, criam uma diferença de potencial elétrico por ação da luz (seja do Sol ou não). As células solares contam com o efeito fotovoltaico para absorver a energia do sol e fazem a corrente elétrica fluir entre duas camadas com cargas opostas.[1]

Atualmente, os custos associados aos painéis solares tornam esta opção ainda pouco eficiente e rentável. O aumento do custo dos combustíveis fósseis, e a experiência adquirida na produção de células solares, que tem vindo a reduzir o custo das mesmas, indica que este tipo de energia será tendencialmente mais utilizado.[1]
Índice
Teoria e Construção
Uma célula fotovoltaica.

Veja o artigo célula solar para uma descrição da conversão da energia da luz em energia elétrica.

O silício cristalino e o arsenieto de gálio são os materiais mais frequentemente utilizados na produção de células solares. Os cristais de arsenieto de gálio são produzidos especialmente para usos fotovoltaicos, mas os cristais de silício tornam-se uma opção mais económica, até porque são também produzidos com vista à sua utilização na indústria da microeletrónica. O silício policristalino tem uma percentagem de conversão menor, mas comporta custos reduzidos. [1]

Quando expostos à luz direta de 1 AU, uma célula de silício de 6 centímetros de diâmetro pode produzir uma corrente de 0,5 ampere a 0,5 volt. O arsenito de gálio é mais eficiente.[carece de fontes?]


O cristal depois de crescido e dopado com boro, é cortado em pequenos discos, polidos para regularizar a superfície, a superfície frontal é dopada com fósforo, e condutores metálicos são depositados em cada superfície: um contacto em forma de pente na superfície virada para o Sol e um contacto extenso no outro lado. Os painéis solares são construídos dessas células cortadas em formas apropriadas, protegidas da radiação e danos ao manusear pela aplicação de uma capa de vidro e cimentada num substrato (seja um painel rígido ou um flexível). As conexões elétricas são feitas em série-paralelo para determinar a tensão de saída total. A capa que protege deve ser um condutor térmico, pois a célula aquece ao absorver a energia infravermelha do Sol, que não é convertida em energia elétrica. Como o aquecimento da célula reduz a eficiência de operação é desejável reduzir este calor. O resultante desta construção é chamado painel solar.[2]

Um painel solar é um conjunto de células solares. Apesar de cada célula solar fornecer uma quantia relativamente pequena de energia, um conjunto de células solares espalhadas numa grande área pode gerar uma quantidade de energia suficiente para ser útil. Para receber maior quantia de energia, os painéis solares devem estar direcionados para o Sol. [2]
[editar] Produção mundial de energia solar
Radiância solar média (W/m²). Nota que este valor corresponde a uma superfície horizontal. Os painéis solares são normalmente dispostos obliquamente, recebendo assim, mais energia. Os pontos negros representam a área necessária para satisfazer as necessidades em eletricidade do mundo inteiro.

Estima-se que o total da potência de pico instalada em painéis solares tenha sido da ordem dos 8 GWp (gigawatts-pico) A tabela seguinte compara a capacidade instalada total com a instalada só em 2007. O total de instalações ligadas à rede elétrica estão separadas das instalações isoladas. A tabela também mostra a capacidade instalada per capita, assim como o preço por watt-pico e o valor pago pelos estados como incentivo à produção de eletricidade a partir de energia solar. A chamada insolação é uma medida do rendimento do painel — por cada kWp pico instalado, quantos kWh são produzidos num ano. Este valor depende de vários fatores controláveis como a orientação do painel em relação ao Sol e o material com que o painel é feito. O número de horas de sol por dia é um fator bastante importante e não se pode controlar.
Capacidade instalada de potência fotovoltaica no fim de 2007 País ou região **** Fora da rede (MWp) Ligado à rede (MWp) Total (MWp) Wp/capita
Total
Preço
€/Wp kW·h/kWp·yr
Insolação
Incentivo
cêntimos/kW·h
Mundo 2007
Total 127,9
662,3 2130
7178 2258
7841 2,5–11,2 800–2902 0–65
Alemanha Alemanha[3][4] 2007 35 1100 1135 46.8 4,0–5.3 1000 1,000–1,300[5] 51,8–56,8
Total 35 3827 3862
Flag of Japan.svg Japão[4][6] 2007 1,562 208,8 210,4 15 2,96 1200 1200–1600 terminou em 2005
Total 90,15 1829 1919
Flag of the United States.svg Estados Unidos[4][7] 2007 55 151,5 206,5 2,8 2,98 900–2150[5] 1,2–31,04
Total 325 505,5 830,5
Espanha Espanha[4] 2007 22 490 512 15,1 03,0 3,0–4,5 1600–2200 18,38–44,04
Total 29,8 625,2 655
Itália Itália[4][8] 2007 0,3 69,9 70,2 2,1 3,2–3,6 1400–2200 36,0–49,0
Total 13,1 107,1 120,2
Flag of Australia.svg Austrália[4][9] 2007 5,91 6,28 12,19 4,1 4,5–5,4 1450 1450–2902[10] 0–26,4
Total 66,45 16,04 82,49
Flag of South Korea.svg Coreia do Sul[4][11] 2007 0 42,87 42,87 1,6 03,50 3,50–3,84 1500 1500–1600 56,5 56,5–59,3
Total 5943 71,66 77,60
Bandeira da França França[4][12] 2007 0,993 30,31 31,30 1,2 03,2 3,2–5,1 1100 1100–2000 30,0 30,0–55,0
Total 22,55 52,68 75,23
Flag of the Netherlands.svg Países Baixos[4][13] 2007 0,582 1,023 1,605 3.3 03,3 3,3–4,5 1000 1000–1200 01,21 1,21–9,7
Total 5,3 48 53,3
Flag of Switzerland.svg Suíça[4][14] 2007 0,2 6,3 6,5 4,9 03,18 3,18–3,30 1200 1200–2000 09,53 9,53–50,8
Total 3,6 32,6 36,2
Áustria Áustria[4] 2007 0,055 2,061 2,116 3.4 03,6 3,6–4,3 1200 1200–2000
Total 3,224 24,48 27,70
Flag of Canada.svg Canadá[4][15] 2007 3,888 1,403 5,291 0.8 03.76 3,76 0900 900–1750 0 0–29,48
Total 22,86 2,911 25,78
Flag of Mexico.svg México[4] 2007 0,869 0,15 1,019 0.2 05.44 5,44–6,42 1700 1700–2600 Não tem
Total 20,45 0,3 20,75
Flag of the United Kingdom.svg Reino Unido[4][16] 2007 0,16 3,65 3,81 0.3 03.67 3.67–5,72 0900 900–1300 0 0–11,74
Total 1,47 16,62 18,09
Portugal Portugal[17] 2007 0,2 14,25 14,45 1.7 6,3-11,4 [18] 1600 1600–2200 65 [19]
Total 2,841 15,03 17,87
[editar] Grandes instalações solares
Central Fotovoltaica Hércules em Moura.

O número e dimensão das centrais solares fotovoltaicas têm aumentado substancialmente nos últimos anos, especialmente na Espanha, onde localizam 40 das 50 maiores centrais. [20]
As maiores instalações solares do mundo[20] Posição Potência de PicoDC Localização Descrição Energia produzida
1 69,6 MW Puertollano, Espanha[21] 400 000 módulos consumo de 39 000 lares
2 60 MW Olmedilla, Espanha[22] 270 000 módulos 85 GWh/ano
3 46,4 MW Amareleja, Portugal[23] 262 080 módulos 93 GWh/ano
4 40 MW Brandis, Alemanha[24] 550 000 módulos (em construção) 40 GWh/ano
5 34 MW Arnedo, Espanha[25] 172 000 módulos 44 GWh/ano
[editar] Aplicações dos Painéis Solares
[editar] Aplicações de baixa-potência
Uma "árvore" fotovoltaica na Áustria

Os painéis solares contribuem ainda muito pouco para a produção mundial elétrica, o que atualmente se deve ao custo por watt ser cerca de dez vezes maior que o dos combustíveis fósseis. Tornaram-se rotina em algumas aplicações, tais como as baterias de suporte, alimentação de boias, antenas, dispositivos em estradas ou desertos, crescentemente em parquímetros e semáforos, e de forma experimental são usados para alimentar automóveis em corridas como a World Solar Challenge através da Austrália. Programas em larga escala, oferecendo redução de impostos e incentivos, têm rapidamente surgido em vários países, entre eles a Alemanha, Japão, Estados Unidos e Portugal.
[editar] Painéis solares no espaço
Visão da Estação Espacial Internacional e seus painéis solares

Provavelmente o uso mais bem sucedido de painéis solares é em veículos espaciais, incluindo a maioria das naves que orbitam a Terra e Marte, e naves viajando rumo a regiões mais internas do sistema solar [26] Nas regiões mais afastadas do Sol, a luz é muito fraca para produzir energia o suficiente e, por isso, são utilizados geradores termoelétricos de radioisótopos .

Alguns pesquisadores estão a desenvolver satélites de energia solar: plantas solares espaciais — satélites com um grande número de células fotovoltaicas que iriam enviar a energia captada para a Terra usando microondas ou lasers. [27] As agências espaciais Japonesa e Europeia têm anunciado plano de desenvolver este tipo de plantas no primeiro quartel do século XXI.

Ao contrário dos foguetes químicos, que são impulsionados por uma reação química no propelente, usando os gases de exaustão como massa de reação, alguns métodos de propulsão de naves espaciais têm uma forma de expelir a massa da reação alimentados por eletricidade. Utilizando energia solar ou energia nuclear, esses métodos possuem um impulso específico. A quantidade de massa necessária para a reação cresce exponencialmente com o aumento da velocidade a ser produzida, porém reduzidamente se o impulso é alto (mas o impulso não deve ser muito alto porque a energia necessária é proporcional para um impulso específico maior). Com a energia solar, a aceleração que pode ser produzida é muito baixa (baixa para um lançamento), mas de muito maior duração. Os tempos de queima são meses ao invés de minutos, o que significa que há mais trabalho desenvolvido com menos massa ejectada.[28]

As naves espaciais são construídas de modo a que os painéis solares possam orientar-se independentemente do movimento da nave. Assim se consegue optimizar a produção de energia orientando o painel na direção da luz, não importando para onde a nave esteja apontando.

Atualmente, a energia solar, além de usada para propulsão, tem sido utilizada em satélites artificiais que orbitam outros planeta s. Como exemplo, as sondas Magellan em órbita de Vénus,[29] e a Mars Global Surveyor, de Marte[30] fazem uso da energia solar, da mesma forma que muitos artefatos que orbitam a Terra, como o Telescópio Espacial Hubble. Para missões futuras, é desejável reduzir a massa dos painéis solares e aumentar a potência gerada por unidade de área. Isto reduzirá a massa total da nave, e possibilitará operações a distâncias maiores do Sol. A sonda espacial Rosetta, lançada em 2 de março de 2004, usará painéis solares nas proximidades de Júpiter (5,25 UA); anteriormente, o uso mais distante de painéis solares foi com a espaçonave Stardust, à distância de 2 UA.[26]


A massa dos painéis solares pode ser reduzida utilizando células fotovoltaicas solares de filme fino, feitas de substratos flexíveis. A eficiência pode ser aumentada utilizando novos materiais e concentradores solares que intensificam a luz incidente.

Concentradores fotovoltaicos são dispositivos que intensificam a luz solar nas células. Utilizam lentes planas, chamadas de lentes de Fresnel, que capturam uma grande área da luz do Sol e a concentram num ponto menor. O mesmo princípio é utilizado para gerar fogo com uma lupa num dia soalheiro. Os concentradores solares colocam uma dessas lentes em cada célula solar. Isto focaliza a luz do grande concentrador numa área de célula menor, permitindo que a quantidade de células solares seja reduzida pelo aumento da concentração da luz, reduzindo assim os custos. Os concentradores funcionam melhor quando existe apenas uma fonte de luz e o concentrador pode ser apontado diretamente para ela. Isto é o ideal no espaço, onde o Sol é a única fonte de luz. As células solares são a parte mais cara dos painéis solares, e esses geralmente são uma parte cara das espaçonaves. Esta tecnologia permite que os custos sejam cortados significativamente devido à utilização de menos material pesado. Ao contrário das aplicações em terra nos pontos fixos, geralmente é preferível gastar mais dinheiro numa tecnologia que produza mais energia para um menor peso, isto porque os custos de lançamento são elevadíssimos. Atualmente (2007), paga-se mais para tirar um material da influência gravítica terrestre, do que o seu próprio custo, mesmo que este material consista em metais preciosos.